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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Eros e Psique - O amor com um TBH

Um dos seres mais conhecidos entre as lendas da humanidade é Eros ou Cupido. Algumas vezes representado por uma criança alada, outras por um rapaz. Mas a sua representação maior está no seu simbolismo. E a Eros está ligada Psiquê (a Alma), que em sua lenda nos traz a imagem da união do amor e nossa alma.

Psiquê era umas das três filhas de um rei, todas belíssimas e capazes de despertar tanta admiração que muitos vinham de longe apenas para vê-las. Com todo este assédio, logo as duas irmãs de Psiquê se casaram.

Ela, no entanto, sendo ainda mais bela que as irmãs, além de extremamente graciosa, não conseguia um marido para si, pois todos temiam tamanha beleza. Desorientados, os pais de Psiquê buscaram ajuda através dos oráculos, que os instruiu a vestirem Psiquê com as roupas destinadas a seu casamento e deixá-la no alto de um rochedo, onde um monstro horrível viria buscá-la.

Mesmo sentindo-se pesarosos pelo destino da filha, seus pais seguiram as intrusões recebidas. Assim que a deixaram no alto de uma montanha, um vento muito forte começou a soprar e a carregou pelo ares com delicadeza e a depositou no fundo de um vale.

Exausta, Psiquê adormeceu. Quando acordou, se viu num maravilhoso castelo de ouro e mármore. Maravilhada com a visão, percebeu que ali tudo era mágico... as portas se abriam para ela, vozes sussurravam sobre tudo o que ela precisava saber.

Quando chegou a noite, deitada em seus aposentos, percebeu ao seu lado a presença de alguém que só poderia ser o seu esposo predestinado pelo oráculo. Ele a advertiu de que lhe seria o melhor dos maridos, mas que elas jamais poderia vê-lo, pois isso significaria perdê-lo para sempre.

Psiquê concordou. E assim foram seus dias, ela tinha tudo que desejava, era feliz, muito feliz, porque seu marido lhe trazia uma sensação do mais profundo amor e lhe era extremamente carinhoso.

Com o passar do tempo, porém, ela começou a sentir saudades de seus pais e pediu permissão ao marido para ir visitá-los. Ele relutou, os oráculos advertiam de que esta viagem traria péssimas conseqüências, mas ela implorou, suplicou... até que ele cedeu.

E da mesma forma que a havia trazido para o palácio, levou-a à casa de seus pais. Psiquê foi recebida com muita alegria e levou muitos presentes para todos. Mas suas irmãs ao vê-la tão bem, se encheram de inveja e começaram a crivá-la de perguntas a respeito de seu marido.

Ao saberem que até então ela nunca o tinha visto, convenceram-na de fazê-lo; evidentemente que as intenções delas eram apenas de prejudicar Psiquê, já que ela havia feito uma promessa a ele.

Ao voltar para sua casa, a curiosidade tomou conta de seu coração. Tão logo veio a noite, ela esperou que ele adormecesse e assim acendeu uma vela para poder vê-lo.

No entanto, ao se deparar com tão linda figura, ela se perdeu em sonhos e ficou ali, embevecida, admirando-o. E esqueceu-se da vela que tinha nas mãos. Um pingo de cera caiu sobre o peito de Eros, seu marido oculto, fazendo-o acordar com a dor.

Sentido com a quebra da promessa da esposa, partiu, fazendo cumprir a sentença do oráculo. Abandonada por Eros, o Amor, sentindo-se só e infeliz, Psiquê, a Alma, passou a vagar pelo mundo.

Tanto sofreu e penas pagou, que deixou-se por fim entregar-se a morte, e caiu num profundo sono. Eros, que também sofria com sua ausência, não mais suportando ver a esposa passar por tanta dor, implorou a Zeus, o deus dos deuses, que tivesse compaixão deles.

E com a permissão deste, Eros tirou-a do sono eterno com uma de suas flechas e uniu-se a ela, um deus e uma mortal, no Monte Olimpo. Depois deste casamento, Eros e Psiquê, ou seja, o Amor e a Alma, permaneceram juntos por toda a eternidade.
Esse texto introdutório ao blog é para ilustrar a minha história com um TBH. Eros queria que sua amada dormisse e não o visse nunca, fazendo-a feliz, mas escondendo assim sua verdadeira identidade. Assim é a vida com um TBH - você vive feliz enquanto não o conhece realmente. Não vê suas crises da maneira como são. Não conhece sua dor, sua tristeza e seus escapes, até que você acorda, olha seu amado e deixa um pingo de cera quente cair em seu peito, ferindo-lhe a auto-estima. Isso aconteceu comigo e sei que acontece com você. Sou uma Psique e sei que há muitos Eros que também compartilharão suas vidas aqui. Sejam todos benvindos e comentem. Sua história pode salvar uma vida!
Psiche!

15 comentários:

  1. Olá Psiche.

    Meu nome é Cida, e gostei muito do texto acima,quero dizer que a convivência com um TBH não deve realmente ser muito fácil, devido as constantes alterações de humor do mesmo. Tenho 45 anos, e a 03 anos fui diagnosticada com Transtorno Bipolar do Humor, deste então faço uso de medicamentos. Procurei saber o máximo possível sobre a doença, para melhor aceitação e logicamente me cuidar. Tenho acompanhamento psicológio o que me ajuda muito. O que mais me deixa triste é quando leio testemunhos de pessoas que se relacionam com um TBH o descreve como verdadeiros monstros e eu me pergunto sou assim também ? ou será que eu sou diferente? Pois tenho um bom relacionamento com colegas, familiares, trabalho etc. Ou seja vivo normalmente, claro que com minhas limitações como qualquer um. Talvez a minha diferença seja ter aceitado minha condição de TBH , tomar meus medicamentos regularmente,fazer consultas trimestral com psiquiatra e principalmente ser de bem com a vida, querer viver bem , cuidar da minha família ,pois tenho duas filhas e marido.E o mais importante EU ME AMO antes de tudo.Aos colegas portadores de TBH digo uma coisa ,nunca desista de você mesmo, não seja vítima, entenda uma coisa , se você quizer, você pode ter qualidade de vida, sofrer de transtorno bipolar não é ser louco ,não deixe que comentários ruins te influencie.E aos colegas que convivem com um TBH, não o rejeite. Aprenda a olhar com os olhos do coração.Não fique dizendo pra todo mundo, fulano ou fulana tem transtorno bipolar, seja discreto. Penso que assim é bem melhor superar os problemas.
    Beijos e espero ler mais textos seus, gostei muito de você.

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  2. Cida, muito obrigada e você não tem noção de como suas palavras são importantes.
    Espero continuar com esse trabalho, pois tenho levado muito a sério e o faço por amor.
    Se tiver sugestão de textos, um relato, depoimento, qualquer coisa que você julgue importante para divulgação, escreva e terei o imenso de prazer de publicar para que mais pessoas sejam beneficiadas.
    Um beijão da Psiche.

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  3. OI SOU MARCELA E TENHO UM DILHO DE 11 ANOS QUE EMBORA NAO ESTA DIAGNOSTICADO MAS TRATA SE DE TBH E DE UNS TEMPOS PRA CA ESTA MUITO DIFICIL CADA DIA MAIS E AS VEZES NAO SEI O QUE FAZER ELE NAO ESTA CONSEGUE FICAR NA ESCOLA E AS ESCOLAS NAO ESTAO PREPARADAS PARA LIDAR COM ESSE TIPO DE PROBLEMA E ESTA MUITO DIFICIL ELE FAZ TRATAMENTO A ALGUN TEMPO

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  4. É uma vez...
    Não sei como começar. Tentei buscar o início do meu sofrimento, mas é tudo muito impreciso. Sinto que minha própria personalidade se dilui, não sei se tenho alguma posição frente a realidade de vida em que me encontro inserida. Não sei até que ponto decido e nem consigo identificar minha autoria no meu entorno.
    Preciso de ajuda. Talvez esta seja minha única certeza. Que tipo de ajuda... não sei dizer. Há algum tempo, sou levada, conduzida, orientada por uma mente doente. Não sei o que estou dizendo: orientada ou desorientada? Minha mente também adoeceu?
    Vou tentar novamente: quem sou eu depois de viver uma história de 46 anos? Vivi uma vida honesta, eduquei meus filhos, tive êxito enquanto profissional e sinto este reconhecimento vindo de pessoas com as quais convivi. Apesar disso não me sinto boa e em muitos momentos sequer me sinto gente.
    De todas as histórias que vivi apenas uma parece ter força de determinar o que sou. A pior de todas: a história de sofrimento e desesperança. Não me resta qualquer perspectiva. Estou no fim e sou um fracasso.
    Estou diariamente empenhada em transformar ódio e ofensas em amor. Mas antes que me perguntem, nem sei bem o que é o amor ou pelo menos o conheço enquanto uma ilusão. Sei que estou confusa, não estou conseguindo me expressar. Mas isso é um reflexo do meu estado.
    Vamos aos fatos para ver se consigo ser mais clara. Minha idéia de amor é um equivoco enquanto prática. Meu esposo, pessoa pela qual pensei ser amada, me odeia. Eu sou para ele o pior escárnio, o pior dos seres, a sujeira. Seu dedo podre sempre me aponta enquanto acusação.
    O dilema: querem que eu acredite que não é ele, mas uma doença, não... não... um transtorno. Também não sei a diferença. Não importa. O diagnóstico do especialista é de BIPOLARIDADE – Transtorno Bipolar.
    Digamos que estou convencida. Preciso me sentir amada. Quem não precisa? Dele não recebo qualquer sinal, nenhuma manifestação de amor. É ele, somente ele. Nada mais existe além dele.
    Novamente confusa... eu existo. Existo para ser sua oposição. Ele é tudo de bom, eu sou o escárnio da humanidade. Eu existo sim. Sem duvida. Ele precisa de “saco de pancadas”, tenho que cumprir este papel.
    O “todo poderoso” não produz. Gera uma despesa enorme de medicamentos e ainda tem um vício de cigarro que consome boa parte da renda familiar, renda que, como disse, não é produzida por ele. Mas ele é grande, limpo, superior.
    Tenho outra prova de minha existência. Parece existir uma ligação entre seu pseudo-equilíbrio e minha condição de subordinação e sofrimento silencioso. Ele parece se sentir melhor quando consegue fazer com que eu me sinta pior. Não pergunte!!!! Eu me submeto a isso. Sim, claro, pelo menos aparentemente a situação parece ficar sobre controle e isso reflete positivamente em nossos filhos. Existe algum motivo maior para uma mãe?
    Vou parar por aqui, tomara que este post nem tenha leitor. Gostaria de ter um estado de espírito para escrever algo que provocasse risos e felicidade no leitor. Não tenho. Aprendi a forjar uma vida e um mecanismo de falsidade para seu aspecto social. Minto para amigos e falo de felicidade, de carinho, de amor. Minto! Mas meu sorriso é falso minha alegria é efêmera. A cada dia sinto uma consumição invadindo meu ser. Se este processo continuar no ritmo em que vem acontecendo, sei que não vou aguentar. Sou tomada por nós na garganta... meus pensamentos... minha condição real de existência.
    Quem está doente? eu? Acho que não. Estou triste... também não. Tristeza é pouco, acomete esporadicamente as pessoas, mas em mim, é o inverso, o que me ocorre esporadicamente são as alegrias. Quanta dúvida!!! Se não sou eu a doente, então sou infeliz ou estou infeliz?
    Existe alguma luz para mim? Ou para ele? Preciso saber se um de nós se salva. O que será de meus filhos se eu me for? Eles serão escolhidos para ser a oposição? Eles se sentirão como eu me sinto? E o meu conto se fida com: seremos infelizes para sempre?

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    1. Vc está doente sim, está com depressão, e muita mais muita baixa estima. Não pode viver assim sendo capaxo do seu marido, reaja, ame-se, será que vc não vê que se ele te odeia, é porque o casamento acabou? Tome uma decisão e seja firme nela. Ninguém vem com a missão de ser saco de pancadas de ninguém.

      Eu tenho TBH, pra mim é difícil estar com meu marido por quem já perdi o respeito, já insisti para que ele saia de casa, mas ele nao sai e nossa vida está um inferno. E eu tenho um filho pequeno, mas não quero que ele cresça num lar de faxada, e como meu marido não tem alto estima, quando ele apronta eu esqueço do dia de amanhã e acabo o ofendendo, porque o que me irrita é que ele nao tem alto estima nenhuma, não reaje e fica se fazendo de vítima, é o que está acontecendo com vc, seu marido só te ofende, porque vc não reaje... então reaja!!!

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    2. Já passei por tudo isso, hoje com três filhos adultos e 24 anos de casamento, sou eu quem está doente! E aquele que me deixou doente cuida muito bem de mim, por incrível que pareça a história se reverteu. Sofri também sempre calada, muitos nem sabem o que passei, só mesmo DEUS É QUEM SABE tudo o que vivi com essa mesma pessoa! Quando conheci meu marido, no mesmo dia começamos namorar, depois de um ano engravidei da primeira fillha. Quando dei a notícia para ele achando eu que ele receberia com muita alegria, me decepcionei, más logo depois ele veio com carinho e me disse que foi pego de surpresa por isso agiu daquela forma. Quando a gente está loucamente apaixonada não percebe nada, acredita em tudo,não vê defeitos. Logo nos casamos e o príncipe virou sapo no dia do casamento! É isso mesmo já no dia do nosso casamento, ele chegou depois de mim na igreja, e escolheu duas pessoas antes de mim pra dançar na festa, como se eu não existisse mais! E assim foi por longos 5 anos,ele dormia mais fora do que em casa, quando chegava eu tinha que adivinhar, para que a casa estivesse toda arrumada, a filha bem vestida e tomado banho, a comida pronta na mesa e com a temperatura certa! Pode ser que alguém que está lendo, pense que tem algo errado no que escrevo mas era isso mesmo! Claro que ninguém consegue ser adivinho a esse ponto, então nem eu era. E as humilhações começavam, eu só chorava, e indo para o quarto chorar ele zombava ainda mais. Depois como se nada tivesse acontecido ele queria fazer amor e eu tinha que fazer de conta que nada havia acontecido, muitas vezes não conseguia então ele me humilhava dizendo que eu não prestava pra nada, com essa vida que nós vivia entrei em depressão por várias vezes, e engravidei mais três vezes,sendo que um filho eu perdi quando estava no terceiro mês de gestação, e por tudo sempre,ele e a família dele diziam que eu era a culpada por tudo de erra do que acontecia em nossa vida, principalmente minha sogra que nunca gostou de mim, por achar que roubei o filhinho caçula dela. Somente depois de alguns anos que percebi que não era vida o que eu tinha e sim uma escravidão, por amar demais uma pessoa sem pensar em mim. Mesmo porque eu só servia para limpar, cozinhar, lavar, cuidar dos filhos e da casa, tive que abandonar qualquer tipo de amizade, com amigas, primas, e com rapazes então, não podia nem olhar, muito menos conversar, se eu olha-se para um rapaz qualquer podia conhecer ou não, ele dizia o que tá olhando é esse teu amante. E o pior é que ele muitas vezes queria brigar com a pessoa. Como podia ter eu amante? Se eu não podia quase nem respirar sozinha, até para levar um filho no médico eu tinha que ir com a mãe ou o pai dele. Não podia sair de casa pra nada, não podia abrir as janelas, nem mesmo a porta tinha que ficar tudo fechado ai de mim se ele chega-se e visse alguma janela ou a porta aberta, ele ja perguntava quem esteve, e não era pra mim mentir. Um certo dia fiz pra mim e meus filhos uma comida diferente e ele me pertubou por semanas para saber quem esteve em nossa casa porque eu tinha feito aquela comida, nossa era muito sofrimento, mas naquele tempo eu suportava não sei nem como, mas suportava. Hoje não suportaria mais. Orei muito a DEUS, para que ele mudasse, para que me amasse de novo, pois nunca deixei de ama-lo. Por mais humilhada que fui tanto por ele como pela família dele, nunca traí meu marido, nem pensava nisso, também não queria deixá-lo. Mas não é nada fácil, os dias passava chorando, orando ou lendo a Bíblia,por muitas vezes. Ele passava mais tempo fora do que comigo e as crianças, naquele tempo ele nem prestava atenção nos filhos. Hoje sei que podia muito bem ter criado meus filhos sozinha, teria tido uma vida bem melhor do que tive, não teria sofrido tanto, nem meus filhos, pois eles de vez em quando me falam o que eles viram, e que nem sempre o pai foi bom. E talvez hoje não estaria doente como estou, pois as vezes me pergunto, porque, tive que ficar doente para que meu marido sarasse, e me ver como esposa, e não como uma escrava??

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    3. gostaria de ter algo de bom para te dizer, mas você, é que me disse coisas que eu precisava ouvir, se eu posso te fazer algum bem , quer que saiba que seu depoimento me ajudou. Apesar de me mostrar coisas que me fazem sofrer pois sou bipolar, me faz perceber que não sou só eu que sofro, vivo com minha mãe, meus filhos se casaram e foram viver suas vidas, meu casamento acabou a muito tempo, quando eu ainda tinha um diagnostico de depressão profunda.
      Mas hoje me sabendo bipolar tudo se tornou muito difícil, minha mãe está com 72 anos e só posso contar com ela, mas depois de um dos meus rompantes de raiva, cólera, agressividade..... eu nem sei o nome, sinto culpa e me pergunto se a qualquer hora ela não vai ter um treco e morrer; por que ela aguenta tudo calada, e agora lendo seu depoimento me pergunto até quando ela vai aguentar?
      preciso procurar ajuda para deixar de torturar minha mãe, faço tratamento mas estou longe do que se pode chamar de equilíbrio, você me ajudou a compriender que tenho que lutar sempre se não por mim, por ela. Olha a gente não faz as coisas de propósito, é que não temos o controle nas mãos.
      Obrigada por dividir sua dor, não sei se vou conseguir mas vou lutar para melhorar para então melhorar a qualidade de vida da minha mãe.

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  5. Ola eu tambem convivo como um bipolar a seis anos e ja passei por altos e baixos nesta relaçao..eh muito bom saber que esta doença pode ser controlada e pessoas com este transtorno podem ter uma vida normal!!Adorei o blog
    Gde abraço

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  6. Olá... Me envolvi com alguém que desconfio ter TBH... Pelo que percebi isso acabou com seu casamento... Só consegui entender o comportamento dele qdo comecei a pesquisar sobre o assunto... Não sei como dizer a ele que precisa ir ao médico e se tratar... Alguém tem alguma sugestão de como posso fazer isso?

    minha mensagem a todos vocês, tanto quem tem o transtorno como quem convive e ama quem tem: não desistam de si próprios... Cuidem-se... Todos merecemos ser amados! Beijooosss

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  7. Me apaixonei por bipolar! ele é a pessoa mais linda,amorosa, inteligente e sensível que conheci.impossível não se encantar! não se apegar, não querer protege-lo dele msm as vezes! fiquei com ele durante 4 meses e do nada ele me disse que estava confuso e terminou cmg. isso faz uma semana,descobri que ele foi atras da ex que ele namorou durante uns 4 anos.Fez tantas promessas, me olhou nos olhos e disse que me amava, queria ter um filho cmg e casar! e do nada se tornou a pessoa mais fria,que já vi! Disse que só ficou cmg por que estava em crise,que se arrependeu que não represento nada!... Não tinha conhecimento da doença, não sabia a proporção.não conseguia entender como alguém pode mudar tanto e tão rápido! A frieza no olhar e no tom da voz chega a doer! Rezo mt pra Deus tirar ow sentimento que tenho por ele! Hoje vendo seu blog entendo que ele não é um canalha e que sofre por causa da doença! VOCÊ QUE ESTA AI, E É BIPOLAR não desista não! Eu amo um bipolar,mas ele não me quer,eu rezo e peço a Deus que acalme o e conforte o coração e a mente dele e de todos vcs que possuem ou convivem com um bipolar!

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  8. Eu sou psiquê...eu quis saber demais e perdi meu amor, que n sei se era amor, mas a curiosidade feminina é maior que nosso amor até q o perdemos. Mas se não perdemos como sabemos, as vezes me sinto muito inteligente, mas o homem não suporta uma mulher como eu que descobre tudo, eu não consigo olhar p outro homem, e estou a dormir; por q amamos tanto? Eu sinto que quero dormir, para sempre. Eu não devia ter acendido aquela maldita vela....

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  9. Oi , gostei muito do artigo , eu tb sou bipolar, antes meu diagnóstico foi dado como depressão , e por isso nunca os antidepressivos amenizava bastou um médico muito profissional para descobrir .eu quero ajuda eu me sinto solitário ,quando to acompanhado de uma menina que me da mole me sinto eufórico e quando levo mais um fora vou pra fase da depressão e derrepente eu quero me suicidar a vida perde o sentido mas TB me sinto muito bem sozinho me sinto um gênio mas não sou reconhecido acontece muitas coisas pra mim não sair da cama e muitas pra me fazer eufórico o dia todo , eu não me entendo como eu to muito triste queria ser normal como os outros depois me arrependo eu quero ser feliz

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  10. Apenas diga para a pessoa se ela não pensa em fazer uma avaliação?

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  11. Olá! Sou um TBH. Infelizmente, custei a acreditar nisto, iniciei e interrompi tratamento algumas vezes e hoje, atravesso um momento delicado. Acho que meu primeiro casamento acabou por isso, desconhecia TBH. Com certeza, meu segundo casamento acabou por isso e, ao ler o texto introdutório do blog, no qual a autora relata algumas de suas experiencias com um TBH, vi a minha esposa relatando as suas queixas. Me senti bastante triste! Por isso, perdi um grande amor, uma pessoas especial e que tínhamos tudo para dar certo. Bem, aconselho a todos os TBHs que JAMAIS abandonem os seus tratamentos. Isto é uma questão de viver. E viver bem. E amar quem nos ama, não deixando dúvidas quanto a isto. Me solidarizo com todos que em algum momento sofrem com este tipo de doença, principalmente aqueles que não abandonam e resistem. vocês são VENCEDORES. E que Deus seja sempre o alicerce de todos e parabéns, de verdade, àqueles que enfrentam este tipo de situação ao lado de alguém que, infelizmente, possui tão delicado comportamento.

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